terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fortaleza no Dia Mundial de Luta Contra a Aids


Apresentações e intervenções artísticas, exposições, discussões e distribuição de materiais educativos e preservativos marcam o Dia Mundial de Luta Contra a Aids em Fortaleza. O evento acontece na quarta-feira, 1 de dezembro, na Praça do Ferreira, das 9 às 17h.

Histórico da Campanha
No dia 1° de dezembro, vários países comemoram o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Essa data foi instituída como forma de despertar a necessidade da prevenção, promover o entendimento sobre a pandemia e incentivar a análise sobre a aids pela sociedade e órgãos públicos. No Brasil, a data começou a ser comemorada no final dos anos 1980, envolvendo os governos federal, estaduais, distrital e municipais e organizações sociais.
Este ano, a campanha do Dia Mundial tem como público primordial os jovens de 15 a 24 anos. Essa escolha foi feita ao se levarem em consideração dados comportamentais como o maior número de parceiros casuais dos jovens em relação aos não-jovens e o elevado índice de jovens (40%) que declaram não usar preservativo em todas as relações sexuais.
Os objetivos da campanha são desconstrução do preconceito sobre as pessoas vivendo com HIV/aids e a conscientização dos jovens sobre comportamentos seguros de prevenção. Para isso, o tema da campanha será: “O preconceito como aspecto de vulnerabilidade ao HIV/aids”.

Atividades em Fortaleza

A cidade preparou para o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, 1º de dezembro, nesta quarta-feira, um dia cheio de atividades para marcar esta data com informação, prevenção e sensibilização. Neste ano, o foco será nos jovens, que representam a maior parcela entre as pessoas que vivem com o HIV, e na desconstrução do preconceito. Na Praça do Ferreira (Centro), das 9 às 17 horas, os fortalezenses vão poder assistir e interagir com apresentações e intervenções artísticas, além de ter acesso a exposições, discussões e distribuição de materiais educativos e preservativos.


Cerca de 70% das pessoas que vivem com o HIV, o vírus da Aids, em Fortaleza, têm entre 20 e 39 anos. E foi com especial atenção ao público jovem que a programação desta quarta-feira foi elaborada. Renata Mota, coordenadora de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), destaca a utilização de novas tecnologias pedagógicas para se aproximar dos jovens, com destaque para as intervenções artísticas. Entre as atividades previstas está o “Corredor das Sensações”, intervenção interativa que incentivará os sentidos dos participantes. Os jovens também estão diretamente envolvidos na programação, como na criação de um mural com grafitagem, com a participação de estudantes do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). Doze escolas que fazem parte do SPE também farão visita orientada às atividades do Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Uma mostra fotográfica produzida pelo Ministério da Saúde apresentará grandes cubos com imagens em que jovens que vivem com o HIV posam com celebridades, numa exposição que pretende combater o preconceito e mostrar que abraço, carinho e respeito não transmitem o vírus da Aids. A programação conta ainda com a parceria de ONGs como o Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB), que estará presente conversando com os jovens e os incentivando a fazer o exame de Aids.


Além de diversas atividades artísticas e educativas, também será realizada, às 14h30min, audiência pública que discutirá, entre outras questões, a implementação do passe livre em ônibus para pessoas em situação de pobreza que fazem uso de medicamentos antirretrovirais. “A ideia é trabalhar não só a prevenção de novas infecções, mas também a melhoria da qualidade de vida de quem vive com o HIV”, aponta Renata Mota.

Pink relembra ícone feminista e cultural dos EUA em "Raise Your Glass"


Você também não teve a sensação de já ter visto esse look da Pink no clipe de "Raise your glass" em algum lugar? Ela está caracterizada do ícone feminista Rosie the Riverter, da campanha "We can do it", veiculada durante a Segunda Guerra Mundial.
Quando os EUA entraram na Guerra, em dezembro de 1941, e os homens foram enviados para a linha de frente, ficou a questão: “quem iria trabalhar nas fábricas, principalmente produzindo material bélico?”.
Para satisfazer essa necessidade emergencial de mão de obra, o governo americano passou a convocar as mulheres que, até então, eram estimuladas a ficar em casa, cuidando dos filhos e esperando o marido chegar do trabalho.
“Rosie, the Riveter” foi criada como um personagem de campanha para convencer as mulheres a dar a sua contribuição à guerra. Em 1940, apenas 10%, das mulheres que trabalhavam, estavam em fábricas. Em 1944, esse tipo de emprego já representava 30%. Apesar do salário ser desigual (a média de salário de um homem trabalhando numa fábrica, na guerra, era de U$54.65 por semana, enquanto que as mulheres recebiam apenas U$31.21, pelo mesmo trabalho) e com péssimas condições de trabalho, muitas mulheres cederam ao apelo de “Rosie”, que as convenceu que entrar no mercado de trabalho seria um “dever patriótico”.
Em 1942, somente entre os meses de janeiro e julho, estima-se que a proporção de empregos “aceitáveis para as mulheres” nos EUA aumentou de 29 para 55%. Em 1945, uma em cada três trabalhadores era uma mulher. Com o fim da guerra, e a volta dos homens ao país, a expectativa era que todas as mulheres “devolvessem” seus empregos, automaticamente.
Muitas “Rosies” voltaram pra casa, mas muitas outras, e as suas gerações seguintes, perceberam que o trabalho em fábricas era uma possibilidade para as mulheres e se recusaram a desistir do seu salário (ainda que pequeno) para voltar a cozinhar tortas de maçã pros maridos e filhos.
De todos os cartazes utilizados na campanha de guerra, o mais famoso é o de “Rosie, the Riveter”, que diz “We Can Do It” (“Nós podemos fazê-lo”), que teve como modelo Geraldine Doyle, uma operária de 19 anos, de uma fábrica de Michigan, em 1942 e virou símbolo do movimento feminista em todo mundo
“Raise Your Glass”
É uma celebração aos underdogs* do mundo, uma convocação da Pink para que eles “brindem” o título e provem que nunca vão desistir. 
*Underdogs são os desafortunados, ou subestimados, ou perdedores, ou rejeitados, ou explorados. Aquela pessoa que ninguém aposta, por exemplo, numa corrida, ou que ninguém coloca no seu time de futebol na aula de Educação Física.

Via http://dontskip.com/http://universomovie.ning.com/ e http://alemdogenero.wordpress.com

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Dezembro é o mês da Pink!


O Lollipop é um projeto de balada com música exclusivamente pop (anos 80, 90, 2000 e atual) na versões originais (não-remixadas). É a festa pioneiro nesse estilo, tendo aberto espaço para vários outros projetos similares que também bombam hoje, inclusive lançando na na própria festa grande parte das pessoas que coordenam ou tocam nesses novos projetos. Acontece 1 ou 2 vezes ao mês. A cada edição um cantor ou cantora pop (que esteja em ascensão no momento, lançando um CD novo, ou mesmo que esteja sendo muito pedido pelo público) pode ser homenageado, ou o tema também pode ser uma uma palavra, frase ou vídeo "da moda". A homenagem ao cantor ou cantora pop inclui peformances (tanto dublagem de drag queens, como live set - quando o cantor canta acompanhado apenas de um DJ), a exibição da videografia do cantor no telão e até mesmo a distribuibição de drinks especiais inspirados nele ou uma decoração especial também inspirada nele. Começou em fevereiro desse ano na boate Music Box, onde permaneceu até outubro, e hoje não tem local fixo. O projeto tem um público bastante jovem e cultiva um contato extremamente próximo com ele através redes sociais da internet, onde qualquer um pode fazer seu pedido, dar uma opinião, reclamar sobre algo ou até mesmo divulgar a festa. Cantoras que já foram tema da festa: Christina Aguilera, Kylie Minogue, Madonna, Beyoncé e Rihanna. Obs: indiretemente já homenageamos Xuxa (edição especial "Aham Cláudia Senta Lá"), Amy Winehouse (edição especial "Rehab") e até Lady Gaga (edição de lançamento do projeto; essa é a mais pedida de todas e será tema da festa assim que lançar o novo CD, Born This Way).


Para dezembro, escolhemos essa super cantora do anos 2000, não tão "boneca" quanto as anteriores e nem por isso menos talentosa: Alecia Beth Moore, mais conhecida como Pink. Ela acaba de lançar seu Greatest Hits e está bombando com o single Raise Your Glass, que te manda erguer seu copo e brindar, mesmo que, para sociedade, você esteja "errado". A festa acontece em uma das casas mais irados da cidade, o Clube 20, no dia 9 de dezembro, quinta-feira. A edição vai ter live set, iDJs (DJs do twitter), show de drag, projeções no telão, promoções de bebida e outras surpresinhas, então não há desculpas para não ir, já que ainda estaremos em plenas férias.


Serviço:
Lollipop Pink
Data: 09.12 (quinta-feira)
Local: Clube 20 (Rua Dragão do Mar, 218)
DJs: Jade Noronha, Marcos BDR e Hanna Pinheiro
iDJs: @diegobenevides, @ajfalcao, @itinhocampos
Live set: Nara Fidelis + DJ Adrian Brasil
Show: Rayanna Rayovack
Plus: Hi-fi e Cuba Libre em dobro
Twitter: @projetolollipop
Lista: projetolollipop@hotmail.com